Os avisos de pagamento dos seguros mostram siglas difíceis de descodificar, que podem aumentar o prémio final do seguro para moto. Para tirar dúvidas elaborámos um glossário com os termos mais importantes a saber para entender bem a apólice do seguro para moto.

O prémio do seguro para moto inclui a cobertura de risco e eventuais comissões de mediação e cobrança, mas não só. Acrescem encargos que dependem do tipo de seguro e revertem, quase na totalidade, para o Estado ou serviços públicos de utilidade social e económica.

É lamentável que as seguradoras não enviem recibos discriminados aos clientes, com a indicação do preço de cada cobertura. Assim, no caso dos encargos que incidem apenas sobre algumas coberturas, é impossível verificar a exactidão dos valores cobrados. No seguro para moto, por exemplo, o que paga para o Fundo de Garantia Automóvel (FGA) corresponde a 2,5% da cobertura de responsabilidade civil obrigatória. Mas como o recibo não diz quanto custa a cobertura, o consumidor não tem forma de confirmar se o valor do encargo é correcto.

O termos com que deverá estar familiarizado são os seguintes:

Encargos de fraccionamento: Estes dependem da seguradora e aumentam com o número de fracções em que se divide o prémio (2 semestrais, 4 trimestrais ou 12 mensais). Se pagar por débito directo, pode ficar isento.

Custo da apólice ou acta: O custo da apólice ou acta é aplicável a todos os que contratam um seguro para moto pela primeira vez ou alteram o mesmo. Cobre os custos administrativos da sua emissão e ronda os 5 euros.

Imposto de selo: Este imposto é entregue ao Estado e varia entre 5% e 9% do prémio comercial, em função do tipo de seguro.

Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil (SNB): Garante a protecção de pessoas e bens em caso de incêndio ou catástrofe natural. Equivale a 13% ou 3,9%, consoante se aplique a incêndio ou multirriscos ou habitação.

Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM): Garante cuidados de saúde às vítimas de acidente ou doença súbita. Nos seguros de moto, automóvel, de acidentes de trabalho, pessoais, vida e saúde é cobrado 1 por cento.

Carta Verde: Ao pagar o prémio, é emitida a carta correspondente ao período pago (3, 6 ou 12 meses). Cada uma custa € 1,30, inclui o imposto de selo e uma parcela para o INEM.

Fundo de Garantia Automóvel: Garante indemnizações aos lesados por acidentes, quando se desconhece o responsável ou este não tem seguro. Corresponde a 2,5% do prémio da responsabilidade civil obrigatória.

Outros encargos: No seguro para moto, 0,21% dos prémios também se destinam à Prevenção rodoviária.

O seguro de moto é normal para quem adquire uma moto, é natural buscar um seguro para seu novo bem, prevenindo-se para os casos de roubo, acidentes ou outros tipos de danos. Por vezes o seguro de motos é um seguro difícil de fazer e na maioria das vezes muito caro, especialmente em relação ao custo da própria moto. Além disso, o seguro de moto obrigatório tem ficado mais caro ao longo dos últimos anos.

Este site foi feito devido ao facto de ser motard e também ser mediador de seguros. Assim posso aconselhar e informar a todos os interessados em seguros de motos como conseguir efectuar seguros para motos sem contrapartidas, ou seja sem ter de contratar outros produtos para poderem fazer o seguro e ao mesmo tempo usufruir de um bom preço.

Um exemplo de um bom seguro de moto é uma pessoa que tenha carta há pelo menos 5 anos e para motociclos de cilindrada até 500 cc o valor anual pode rondar os 112,00 €, se a cilindrada for superior o valor anual do seguro de moto é de 126,00 €. Obviamente que se existir um histórico sem sinistros os valores do seguro de moto são ainda mais baixos. O seguro de moto tem cobertura de responsabilidade civil até 1.800.000,00 € e assistência em viagem Km 0, podendo também ser contratado o seguro de moto de ocupantes.
O motards tem de ter cuidado e estar informados que existem alternativas às propostas habituais e discriminatórias efectuadas pela maioria das seguradoras.

A situação do aumento do preço dos seguros de motos tem sido justificada pelas seguradoras que consideram a moto um veículo inseguro pois é mais propícia a acidentes ou roubos.

De uma ou outra maneira, prepare-se para responder a um longo questionário por parte da seguradora. A sua idade, sexo, se a moto é para trabalho ou lazer, tipo de trabalho, se pretende viajar com a moto e até se você faz parte de moto clubes são factores que vão ser levados em conta na hora de montar o seu “perfil”. Esse perfil que irá determinar, junto com o modelo de moto e onde você mora, o valor final do seguro de moto que você está a comprar.


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